1995
A aldeia que voltou a ouvir o rio
E se tudo tivesse mudado?
Uma levada esquecida inspira um pacto entre agricultores, peixes e vizinhos.
Ao limpar uma antiga levada, uma jovem encontra marcas de cheias gravadas na pedra. A aldeia percebe que o rio precisa de espaço para mudar ao longo do ano. Recuperar as margens custa uma colheita e provoca discussões difíceis. A primeira primavera com água limpa não resolve tudo, mas traz de volta uma espécie que os mais novos só conheciam pelos desenhos da escola.
✳Ponto de divergência
No ano de 1995 — aqui, a história tomou outro rumo.
No ano de 1995 — aqui, a história tomou outro rumo.
O QUE ACONTECE A SEGUIR
2 acontecimentosLinha do tempo alternativa
As marcas na pedra
Os habitantes juntam memórias e observações para desenhar um mapa do rio.
A primavera do regresso
A monitorização comunitária regista o retorno de vida às margens recuperadas.
DOIS CAMINHOS
Realidade vs. possibilidade
Uma pequena diferença pode reescrever tudo.
A recuperação de margens e a gestão da água podem apoiar ecossistemas fluviais. A aldeia e os acontecimentos desta narrativa são fictícios.
Uma levada esquecida inspira um pacto entre agricultores, peixes e vizinhos.
CAMINHOS QUE SE RAMIFICAM
Criar uma versão ↗Árvore de versões
Cada versão nasce de outra e leva a história por uma direção própria.
Desliza para explorar o mapa. Cada cartão abre uma história; as ligações mostram de onde nasceu.
IDEIAS EM CONVERSA
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